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Domingo, 31 de Julho de 2005

DJ

Houve uns tempos em que sonhei ser DJ. O sonho passou, mas o gosto de dar música continuou. Agora posso pôr música aqui...
Começo com uma música triste. Out to get you - The James

publicado por Ana Teresa Fernandes às 23:19

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Sexta-feira, 29 de Julho de 2005

Fugiste...?


Aprendi a conhecer o teu cheiro
Estudei meticulosamente o teu sorriso.
Revi repetidamente a profundidade do teu olhar.
Decorei cada gesto, cada hesitação...
O que é que me escapou???


publicado por Ana Teresa Fernandes às 17:51

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Terça-feira, 26 de Julho de 2005

Diário de uma Tese I

Mais um dia e só uma nova página escrita... Por este andar vou precisar de 100 dias... Oh, desespero!

publicado por Ana Teresa Fernandes às 17:25

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Manter o poder na mão

Surpreende-me esta esquerda tão sedenta de poder, que para o manter tenta pressuadir um velhinho de 80 anos a abdicar do seu merecido sossego.
Será que não têm mais ninguém com a capacidade e a reputação necessárias para ser Presidente da Républica?
Será que se Mário Soares for a votos pode de facto vencer?

publicado por Ana Teresa Fernandes às 17:24

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Sexta-feira, 22 de Julho de 2005

O Homem do Pão

Há alguns anos (4 talvez) comecei a encontrar, ocasionalmente, numa das zonas mais movimentadas de Lisboa um homem a distribuir pão montado numa bicicleta. Fiquei intrigada... O que faz um homem curvado e de cabelos já tão brancos, andar perigosamente no meio do trânsito com uma bicicleta carregada com dois alforges de pão? Ainda por cima, só o encontrava quando estava soxinha e cheia de fome. Cheguei e interrogar-me se não seria só uma ilusão... Nenhum dos meus amigos o tinha visto e todos nós passávamos nas mesmas ruas. Podia ser a fome a iludir-me. Podiam ser as saudades de casa a trazer um velhinho simpático, de pele muito branca e faces rosadas. atravessar a avenida.JPG Mas não. Ele existe e ainda hoje continua a distribuir pão com a sua bicicleta. Agora até sei qual a padaria para que trabalha e cruzo-me com ele todas as manhãs. No meio de tanta gente que passa naquela rua, no meio de obras tão sofisticadas que agora lá estão a fazer, lá está ele com a sua bicicleta carregada de pão. E agora, que compreeendo melhor Lisboa, percebo que este homem a distribuir pão é a face visível de uma Lisboa provinciana que habita escondida por detrás de uma capa cosmopolita.

publicado por Ana Teresa Fernandes às 12:37

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Quarta-feira, 20 de Julho de 2005

Começar

Resolvi inaugurar o meu blog com um poema que ouvi no outro dia na televisão, na voz do Rogério Samora que o declamou num fervilhante Estádio da Luz. O impacto da voz e das imagens foi tal que me levou a redescobrir Fernando Pessoa, espero que possam fazer o mesmo. É a hora...


"Triste de quem vive em casa,


Contente com o seu lar,


Sem que um sonho, no erguer de asa,


Faça até mais rubra a brasa


Da lareira a abandonar!


 


Triste de quem é Feliz!


Vive porque a vida dura.


Nada na alma lhe diz


Mais que a lição da raiz –


Ter por vida a sepultura.


 


Eras sobre eras se somem


No tempo que em eras vem.


Ser descontente é ser Homem.


Que as forças cegas se domem


Pela visão que a alma tem!


 


*


 


Nem rei nem lei, nem paz nem guerra,


Define com perfil e ser


Este fulgor baço da terra


Que é Portugal a entristecer –


Brilho sem luz e sem arder,


Como o fogo-fátuo encerra.


 


Ninguém sabe que coisa quer.


Ninguém conhece a alma que tem,


Nem o que é mal nem o que é bem.


(Que ânsia distante perto chora?)


Tudo é incerto e derradeiro.


Tudo é disperso, nada é inteiro.


Ó Portugal, hoje és nevoeiro…


 


É a Hora!”




-Mensagem – excertos da Terceira Parte-


publicado por Ana Teresa Fernandes às 23:54

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