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Quarta-feira, 20 de Dezembro de 2006

Natal?

 
O ano passado, por esta altura, perguntei aqui a quem por aqui passa o que era o Natal. Este ano ando a fazer essa pergunta a mim própria. Ainda não decidi se gosto ou não do Natal, entre o stress consumista da época, e a alegria de encontrar a família que está longe… Quem ganha?
Há as luzes a animar a cidade. Há as famílias que gastam o que não têm para dar a última consola aos filhos. As músicas, os filmes, a solidariedade comercializada… O reencontro, o jantar de Natal, os risos das crianças, a troca das prendas.
 
Mas, mais do que tudo isso, acho que encontrei uma lição no Natal, uma metáfora no Pai Natal. A maioria das vezes, o brinquedo que tínhamos pedido não era exactamente aquele. Este quem recebemos até pode ser melhor, mas não é tão giro como aquele que queríamos. E então vem a desilusão… Mas com o tempo começámos a perceber que é assim que funciona, que temos mas é que aproveitar, e brincar com o que Pai Natal nos deu.
E é assim, culpando um velhinho de barbas brancas, que vamos crescendo e nos preparando para aproveitar tudo o que a vida nos vai dando, e que também, nunca é exactamente o que pedimos, mas muitas vezes até acaba por ser melhor.

publicado por Ana Teresa Fernandes às 10:37

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Domingo, 17 de Dezembro de 2006

Só.


por existir

por duvidar


por ter dois sóis

por hesitar


por inventar...

Tentando cantar, em silêncio, o tema "Só", de Jorge Palma.


publicado por Ana Teresa Fernandes às 07:57

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Domingo, 3 de Dezembro de 2006

Acreditar.

Será que quem nos viu juntos há uns anos, a jantar na cantina, num fim de tarde ensolarado e quente, durante a época de exames, de alguma forma advinhou que um dia iamos começar o dia a dançar de pijama numa cozinha nossa? Será que passou pela cabeça de alguma das pessoas que passavam na rua nesse dia e nos viram sentados num banco de jardim, que poderiámos um dia partilhar uma tigela de cereais de pequeno-almoço?
Era capaz de apostar que ninguém poderia imaginar isso, vendo-nos assim tão "jovens" e tímidos. Mas, acredita, meu amor, que desde que te conheci que comecei a acreditar em nós.


publicado por Ana Teresa Fernandes às 12:19

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