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Sexta-feira, 15 de Junho de 2007

Às Armas

Quando estive nos States em Abril um aluno transtornado encetou um massacre na Universidade da Virginia em que matou mais de 20 pessoas. Para mim este acontecimento foi um pouco perturbante, ainda para mais, porque tive, nessa altura, a oportunidade de visitar duas Universidades americanas, e perceber um pouco do tipo de ambiente que se vive por lá.
Ontem um aluno transtornado da Universidade do Minho provocou arranhões e ferimentos menores a um Professor.
Quais as diferenças entre estes dois casos? A principal: o acesso às armas... No caso português foi alegadamente usada uma faca de cozinha, nos EUA armas de fogo automáticas... Uma faca atinge uma pessoa que esteja a menos de um metro de distância, uma metralhadora pode, no mesmo período de tempo, atingir várias pessoas que estejam mesmo a 20 metros de distância.
Em Abril, nos EUA, falámos muito deste assunto e a minha Professora, que é americana, dizia que este tipo de desequilíbrios em estudantes acontecem em todo lado, mas só nos EUA é que ganham estas proporções devido ao fácil acesso às armas. Infelizmente o caso de ontem só vem confirmar este facto.
Na realidade, e ao contrário do que dizem os defensores do uso generalizado de armas, são mesmo as armas que matam as pessoas.

publicado por Ana Teresa Fernandes às 21:35

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Terça-feira, 12 de Junho de 2007

A minha rua


publicado por Ana Teresa Fernandes às 09:01

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Domingo, 10 de Junho de 2007

Andar à roda

Andar à roda, girando sobre mim própria até ficar tonta.
Como quando era criança.
Depois fico mesmo tonta, quase a perder o equilíbrio ,
E rio-me, e fico triste e contente outra vez.
Como uma espiral, uma hélice ondulante.
E giro mais. Giram todos.

Andar à roda. Ir, e voltar ao mesmo sítio.
Ler mais uma vez o mesmo livro. Passar o dia sem sair
Do sítio, mas sempre a girar.
Como uma música que gira, gira, gira, gira e gira na minha cabeça.
Como a vida que parece evoluir, mas está sempre a voltar aos mesmo sítios.
Como uma espiral, uma hélice ondulante.

Uma tontura. Quase como andar à roda.
E rio-me. Já não me lembrava como era bom andar à roda.

publicado por Ana Teresa Fernandes às 18:48

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Sexta-feira, 8 de Junho de 2007

Abaixos-assinados

Primeiro:

A situação dos jovens investigadores em Portugal é extremamente precária e pouco atractiva em termos laborais. Isto é prejudicial tanto para quem quer ser cientista em Portugal, como para o próprio país que anda a investir em licenciaturas de qualidade para depois os frutos desse investimento ser recolhidos nos países estrangeiros para onde os jovens cientistas tendem para ir. Num país pequeno e sem recursos naturais como o nosso o investimento em Ciência e Tecnologia devia ser prioritário, mas apesar de toda a propaganda do Governo tal não acontece. Um primeiro passo seria o de criar condições dignas de trabalho para quem faz investigação, isto é, dar-nos um contrato de trabalho igual ao de todos os outros trabalhadores.

Esta é uma luta da ABIC (Associação dos Bolseiros de Investigação Científica) que pode ser apoiada por todos assinando a seguinte petição online: http://www.bolseiros.org/PAEBI.html.

Segundo:

Estamos em período de pré-campanha eleitoral para Lisboa. Esquecendo a discussão de como é possível o executivo camarário ter caído e este cenário de 12 candidatos (parece que temos sete cães a um osso), podemos aproveitar para chamar à atenção de situações que necessitam de alterações urgentes. Este é o caso das dificuldades que as pessoas de cadeira de rodas têm para se deslocar na cidade. E não é só nos bairros históricos e com declives acentuados, é em toda a cidade. Passeios estreitos e repletos de caixas, postes e buracos, quando não é de carros mal estacionados.

Para levar este tema à discussão eleitoral foi criado uma petição online: http://www.petitiononline.com/511abc/petition.html.

 


publicado por Ana Teresa Fernandes às 11:29

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