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Sexta-feira, 15 de Junho de 2007

Às Armas

Quando estive nos States em Abril um aluno transtornado encetou um massacre na Universidade da Virginia em que matou mais de 20 pessoas. Para mim este acontecimento foi um pouco perturbante, ainda para mais, porque tive, nessa altura, a oportunidade de visitar duas Universidades americanas, e perceber um pouco do tipo de ambiente que se vive por lá.
Ontem um aluno transtornado da Universidade do Minho provocou arranhões e ferimentos menores a um Professor.
Quais as diferenças entre estes dois casos? A principal: o acesso às armas... No caso português foi alegadamente usada uma faca de cozinha, nos EUA armas de fogo automáticas... Uma faca atinge uma pessoa que esteja a menos de um metro de distância, uma metralhadora pode, no mesmo período de tempo, atingir várias pessoas que estejam mesmo a 20 metros de distância.
Em Abril, nos EUA, falámos muito deste assunto e a minha Professora, que é americana, dizia que este tipo de desequilíbrios em estudantes acontecem em todo lado, mas só nos EUA é que ganham estas proporções devido ao fácil acesso às armas. Infelizmente o caso de ontem só vem confirmar este facto.
Na realidade, e ao contrário do que dizem os defensores do uso generalizado de armas, são mesmo as armas que matam as pessoas.

publicado por Ana Teresa Fernandes às 21:35

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1 comentário:
De JP a 30 de Junho de 2007 às 23:14
Sim,e toda uma cultura de banalização da morte...
basta ver aqueles enlatados que eles exportam, de rambos, e quejandos, em que morrem pessoas como moscas enquanto o heroi pisca os olhos e vai ao armeiro da esquina equipando-se de toda uma panóplia de engenhos, não esquecendo a faca na bota...



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